Álbum de Fevereiro: Control

Era uma vez uma banda com cinco integrantes, onde quatro deles se alternam para tomar conta dos vocais – seja como cantor principal ou backing vocal. Nenhum deles se chama Milo, ou tem o sobrenome Greene.

Milo-Greene

Esse nome faz parte de uma personalidade fictícia que foi criada por alguns membros da banda para atuar como agente musical deles. No início da trajetória, esse inglês culto e charmoso, que era albino, usava um monóculo, tinha cavanhaque, e vestia traje completo, agendava shows e aparições em festivais via e-mail para alguns dos membros que tocavam separadamente. Tempos depois, quando a banda se formou, eles assumiram o pseudônimo que haviam criado.

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Álbum de Janeiro: Tough Love

Sou dessas que, quando eu gosto, eu gosto mesmo, e faço uso abusivo – seja isso livro, filmes, artistas, ou música. Sempre fui assim, pode perguntar de quem me conhece há tempos. No final do ano passado isso aconteceu com o novo álbum da Taylor Swift, “1989”, que, na época, virou a menina dos meus olhos. Passava dias inteiros escutando em loop quase-infinito, sem exageros.

Durante o mês de Janeiro foi a vez do álbum “Tough Love”, da cantora britânica, Jessie Ware. Com uma levada de pop-soul/R&B, batidas eletrônicas que remetem um pouco aos anos 80, e uma carga mega sensual-sem-ser-vulgar, esse álbum me conquistou de jeito .

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Inspiração do mês: Brave, da Sara Bareilles

Me tornei fã das músicas da Sara Bareilles desde o dia em que entrei em uma sala de cinema nos idos de 2008 e escutei “Love Song”, o primeiro single do seu primeiro álbum, Little Voice. Desde então, fui hipnotizada pela voz, sensibilidade e inteligência das músicas compostas pela Sara. Daí, há alguns dias atrás, li na página do Facebook da cantora que o novo álbum dela está em processo de masterização e me animei logo – finalmente!

10

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Um Mixtape (e a saga do SoundCloud)

Fim de tarde, acamada com uma gripe em forma de maldição elaborada pelo Rumplestiltskin e ativada pela Rainha Má, e ainda com pensamentos relacionados ao Dia de São Valentim – foi assim que eu cheguei na minha primeira mixtape: uma seleção de músicas sobre o amor, compostas e/ou cantadas por mulheres – para mulheres (não meninas!).

Essa mixtape, na verdade, é um presente singelo “de mim para mim”, porque dizem por ai que tudo começa com as nossas próprias atitudes. Fiz minha parte, me amei, me prestei, e agora chegou a hora de você fazer a sua parte e me dar um presente; eu sou patética fabulosa e acho que mereço ganhar alguma coisa nesse Valentine’s Day de verdade.

Enfim… O nome da mixtape, “Not Girls, Women” — Não É Para Garotas, É Para Mulheres — é uma referência a Snow White da série Once Upon a Time, que diz ser uma mulher e não uma garota ao esbarrar pela primeira vez no Princípe Encantado. (Considere isso uma divulgaçãozinha básica, porque me falta escrúpulos e dignidade)

Cover

Back

Not Girls, Women_ A Valentine’s Day mixtape

Tentei dispobinilizar o arquivo no SoundCloud, mas por algum motivo que eu desconheço, o upload não pára de dar erro. Pra quem ainda não ouviu falar, o SoundCloud é uma plataforma de publicação de áudios online. Lá você, amador ou profissional, pode acrescentar seus arquivos, compartilhá-los, promovê-los e distribuí-los. É super prático, no geral não causa dores de cabeça, e é ótimo pra encontrar novos talentos e artistas que ainda não explodiram na indústria musical ou que não estão tocando nas rádios da vida. Realmente não entendo o que está dando errado no upload, depois tentarei mais uma vez, porque eu sou brasileira.

Enquanto isso, a mixtape ficará disponibilizada no link acima. Fiz com muito amor e carinho, e espero que vocês gostem tanto quanto eu! Sintam-se a vontade para para publicá-la em outro lugar, contanto que não esqueçam os devidos créditos. 🙂