Idolo-gia, eu quero uma pra viver?

Quem nunca teve um ídolo, que atire a primeira pedra, não é?

Minha listinha de obsessões e semi-obsessões foi criada durante a minha pré-adolescência, e até hoje, aos vinte e dois anos, continuo tentando entender a origem e a razão de ser – porque ela ainda existe, e (embaraçosamente) não para de crescer.

Meus ídolos sempre foram “escolhidos” primariamente baseados em atributos – físicos, morais, ou de cunho profissional – que eu gostaria de ter, por isso imaginei que os meus ídolos não passassem de projeções.
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