Tamanho de Roupa não é documento.

Gente, dia desses esbarrei num artigo bem interessante que eu li no Popsugar, sobre a Marie Southard Ospina, que é uma editora de moda do Bustle.com e colaboradora do Buzzfeed.

Nele, a nossa “amigue” gringa resolveu comprovar que tamanho de roupa não é documento, especialmente quando se diz respeito ao corpo feminino. Já que a discrepância entre os tamanhos das formas oferecidas pelas marcas de roupa nesse universo fashion são bem ridículas, definir qual é a numeração que vestimos se torna uma tarefa pra lá de complicada. Por isso, ela resolveu experimentar vários pares de calça jeans de marcas diferentes, todas do mesmo tamanho, para comprovar a sua afirmação. Abaixo segue o seu relato:
Continuar a ler

Anúncios

Curso de Fotografia Canon College Brasil

Gente, se vocês são amantes da fotografias assim como eu – ok, eu sou uma wannabe, mas deixemos isso de lado – ficarão animados em saber que a Canon College está oferecendo uma série de cursos que ocorrerão a partir do mês de Fevereiro aqui em Manaus.

Seja por hobby ou profissão, já considerou participar de algum? Aqui vão algumas informações à respeito.
Continuar a ler

Em busca da fantasia (quase) perfeita:

wecandoit

Há dias, talvez semanas, uma tia minha anunciou que a festa de aniversário dela seria uma festa à fantasia, e eu imediatamente inseri internamente um emoji de cara de choro de alegria[barra]tristeza, porque esse tipo de festa geralmente implica em ter que escolher a fantasia, se deslocar pro centro da cidade para ir à caça, e dai, quando por sorte você consegue encontrar o que queria, descobre que a fantasia é de qualidade horrorosa, e que o preço dela é uma morte uma horrível, o que te leva a repensar a escolha, e no fim das contas, depois desse transtorno todo, morrer na praia geralmente SEM uma fantasia porque eu tenho bom senso e as minhas dilmas não nascem em árvores.

Mas a questão é que eu gosto de festas à fantasia, e por mais simples e/ou abstrata que seja a minha vestimenta, o que importa é participar, certo? Certo. Então o grande dia chegou: a festa aconteceu hoje-que-já-é-ontem-pelo andar das horas, e foi com esse pensamento que eu resolvi catar na internet alguma coisa que eu pudesse criar com o que já tenho em casa.
Continuar a ler

Após o Anoitecer, e um recente love-affair com Haruki Murakami.

Conheci o autor japonês Haruki Murakami ao ler o seu lançamento mais recente conhecido no Brasil como “O Incolor Tsukuru Tazaki e seus Anos de Peregrinação“, e confesso que virei fã logo de cara.

O autor constrói personagens bem trabalhados, em meio à dramas sensíveis que ressoam facilmente dentro do nosso próprio universo. Entretanto, o que mais me chamou a atenção do trabalho de Murakami é a sua forte característica de traçar paralelos sutis à música ocidental, e de fazer com que ela se torne elemento intrínseco à história. É essa musicalidade que determina parte da cadência que o autor usa nas suas narrativas. Há também uma certa carga onírica, latente até, capaz de nos transportar para um mundo onde o fantástico pareça plausível.

Outro detalhe à parte, no caso de “O Incolor Tsukuru Tazaki e Seus Anos de Peregrinação”, é a diagramação do livro. Ainda não folheei a versão brasileira, mas a versão Hardcover em inglês é linda! Vejam só:

10941758_10155085904005177_1776592140_n10942777_10155085903880177_908241459_n

10937315_10155085903730177_1227233188_n10887698_10155085903450177_1331437328_n

Como eu fiquei curiosa para conhecer mais sobre o seu trabalho, inclui alguns dos seus títulos à minha listinha de presentes de Natal e, graças à minha querida e amada irmã, ganhei o meu segundo livro do autor, chamado “Após o Anoitecer” (After Dark), que eu li anteontem.
Continuar a ler