Pare de se justificar!

Aqui vai uma lista de 25 coisas pelas quais você não precisa se justificar, por Chelsea Fagan

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1. O seu trabalho. Sim, mesmo que você trabalhe com algo que as pessoas condescendentemente digam que não é um “trabalho de verdade”. Você já é um vencedor por ter um emprego – seja lá qual for – diante do quadro econômico atual.

2. Se você tem ou não tem dividas. Se você conseguiu terminar a faculdade sem ficar em débito, isso não significa que a sua vida financeira é um passeio no parque pela qual você tem que ficar se desculpando. E se você está em débito, isso não significa que o seu diploma não vale nada e que agora você merece sentir vergonha por estar batalhando para encontrar um emprego após você ter sido convencido que estava fazendo uma boa escolha durante a faculdade.

3. O tipo de comida que você gosta de comer, ou o porquê de gostar de comer isso. (Independente do quanto algumas pessoas possam considerar a sua comida favorita nojenta, entediante ou sem cultura)

4. A sua decisão em ter ou não ter filhos, ou de não ter certeza se quer isso para a sua vida.

5. Sua aversão pelo casamento enquanto instituição. Até mesmo se algum dia a sua opinião mudar, você não precisa justificar o fato de ter crescido enquanto pessoa e ter modificado o seu ponto de vista. Ninguém tem o direito de dizer “eu te avisei” sobre algo tão sério quanto a decisão de comprometer a sua vida à outra pessoa.

6. A sua sexualidade, ou a sua vontade de experimentar. Você tem permissão para viver certas “fases” e “tentar outras coisas” ou “estar confuso”, e você pode demorar o tempo que quiser para descobrir o que lhe cabe melhor.

7. A forma como você se apresenta, independente do gênero.

8. O quanto você ganha, e o que você pode ou não pode pagar. Não há razão pra você arriscar a sua possível ruína financeira só pra manter aparências, se você está tendo dificuldades em manter o mesmo padrão que alguns amigos porque você não tem condições de gastar tanto quanto eles.

9. O seu corpo. A única pessoa com quem você pode falar a respeito disso é o seu médico; todo o resto pode ir catar coquinhos.

10. Se você quer ou não quer sair à noite no fim de semana, ou até mesmo em dez fins de semana consecutivos. A quantidade de tempo que você passa dentro de um bar ou em uma boate não está corelacionada com quão legal ou digno você é.

11. O status do seu relacionamento. Se você é solteira e está feliz assim, ótimo. Se você está em um relacionamento e está feliz, isso também é legal. Se você está solteira ou não, e não se sente feliz, você também tem direito a se sentir assim. Isso não dá direto a outras pessoas lhe dizerem como consertar isso, a não ser que você solicite o conselho deles.

12. Quantos amigos você tem. Um é suficiente. Cem são suficientes. E não tem a menor necessidade de elevar conhecidos à categoria de amigos em sua mente, simplesmente pra preencher as lacunas. Amizade verdadeira é coisa rara, e não precisamos transformar isso em competição pra saber quem tem mais.

13. O quanto você bebe quando sai; ou se não bebe nada; ou o porquê de você não ter bebido em determinada ocasião, mesmo que você goste de beber.

14. O tipo de música que você gosta de escutar.

15. O tipo de escolaridade que você tem ou deixa de ter; ou se você pretende voltar e terminar o que você tinha começado. Se continuar os seus estudos é algo que você deseja fazer, bom, mas não se sinta forçado a dizer que quer fazer isso só porque você acha que isso é o que as pessoas esperam que você faça.

16. O que lhe excita. Se você gosta de ficção com personagens do mesmo sexo, então você gosta de ficção com personagens do mesmo sexo. Se você gosta de pessoas que se filmam estourando balões, então bom pra você. Tudo é permitido, contanto que você não machuque outras pessoas.

17. Se você sabe ou não cozinhar, mesmo que você seja uma mulher e que você “devesse” saber como fazer essas coisas.

18. Se você fica em casa pra cuidar dos seus filhos, ou se você prefere contratar alguém para ajudá-la porque você também tem um emprego. Nenhuma dessas escolhas são mais ou menos feministas – independente do que a Elizabeth Wurtzel te diga.

19. Com quantas pessoas você já faz sexo.

20. Se você ou não é virgem, ou se gostaria de esperar até o casamento para perder a virgindade.

21. Se você acredita ou não em Deus, ou o que você considera ser Deus – contanto que você não imponha a sua crença sobre os outros. Caso contrário, teríamos um pouco de problema com isso. Mas eu acredito que você é legal e não faria isso.

22. Em quem você votou e o porquê. Se você quiser falar sobre isso, tudo bem. Mas ninguém tem o direito de te fazer se sentir obrigado a comentar a respeito.

23. Se você faz sexo, beija, ou se você não tem nem coragem de segurar as mãos dele/dela no primeiro encontro. Você tem direito a fazer o que bem lhe entender diante de potencial partido.

24. Se você usa ou não sites de relacionamento.

25. Não saber exatamente o que você quer ser quando crescer, mesmo que várias pessoas já lhe considerem um adulto. Não tem problema se você está pensando em voltar a estudar, ou mudar de carreira, ou mudar de cidade/estado/país, ou começar uma família, ou fazer caridade. Tudo é permitido, e você não precisa dar longas explicações se isso é ou não uma boa ideia e esperar que eles acreditem em você. Se você precisa justificar o que lhe faz feliz ou não para alguém que faz parte da sua vida, talvez seja melhor você descobrir o motivo pelo qual você precisa da opinião dessa pessoa em primeiro lugar.

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