Um Mixtape (e a saga do SoundCloud)

Fim de tarde, acamada com uma gripe em forma de maldição elaborada pelo Rumplestiltskin e ativada pela Rainha Má, e ainda com pensamentos relacionados ao Dia de São Valentim – foi assim que eu cheguei na minha primeira mixtape: uma seleção de músicas sobre o amor, compostas e/ou cantadas por mulheres – para mulheres (não meninas!).

Essa mixtape, na verdade, é um presente singelo “de mim para mim”, porque dizem por ai que tudo começa com as nossas próprias atitudes. Fiz minha parte, me amei, me prestei, e agora chegou a hora de você fazer a sua parte e me dar um presente; eu sou patética fabulosa e acho que mereço ganhar alguma coisa nesse Valentine’s Day de verdade.

Enfim… O nome da mixtape, “Not Girls, Women” — Não É Para Garotas, É Para Mulheres — é uma referência a Snow White da série Once Upon a Time, que diz ser uma mulher e não uma garota ao esbarrar pela primeira vez no Princípe Encantado. (Considere isso uma divulgaçãozinha básica, porque me falta escrúpulos e dignidade)

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Not Girls, Women_ A Valentine’s Day mixtape

Tentei dispobinilizar o arquivo no SoundCloud, mas por algum motivo que eu desconheço, o upload não pára de dar erro. Pra quem ainda não ouviu falar, o SoundCloud é uma plataforma de publicação de áudios online. Lá você, amador ou profissional, pode acrescentar seus arquivos, compartilhá-los, promovê-los e distribuí-los. É super prático, no geral não causa dores de cabeça, e é ótimo pra encontrar novos talentos e artistas que ainda não explodiram na indústria musical ou que não estão tocando nas rádios da vida. Realmente não entendo o que está dando errado no upload, depois tentarei mais uma vez, porque eu sou brasileira.

Enquanto isso, a mixtape ficará disponibilizada no link acima. Fiz com muito amor e carinho, e espero que vocês gostem tanto quanto eu! Sintam-se a vontade para para publicá-la em outro lugar, contanto que não esqueçam os devidos créditos. 🙂

Rosas são vermelhas, violetas são azuis, em dia de São Valentim…

Não queria fazer um post sobre o Dia de São Valentim – o famoso Valentine’s Day – porque estava muito ocupada não organizando nada especial pra comemorar com ninguém no dia de hoje. Mas a internet tem dessas coisas, e eu acabei topando com uma carta escrita por John Steinbeck – autor de “As Vinhas da Ira” – endereçada ao seu filho, que na época era um adolescente e lhe escreveu para contar que estava apaixonado por uma garota do internato, e fui obrigada a deixar o cinismo de lado pra dividir esse pedacinho de sabedoria pra vida.

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Mamãe, eu quero!

Visitinhas à Saraiva Megastore sempre rendem alguma coisa — geralmente, novas dívidas, novas aquisições, e mais coisas pra colocar naquela wishlist que vive sob efeito de Biotônico Fontoura e que não pára de crescer. Em suma, aqui em Manaus, a Saraiva é a minha Daslu! (Não que eu tenha vontade de comprar na Daslu, porque não faz a minha linha, mas enfim…)

Durante a minha última visitinha de improviso resolvi separar alguns itens que encontrei por lá pra dividir com vocês:

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De cima para baixo, esquerda para direita:

  • O novo livro da J.K. Rowling — autora da aclamada série Harry Potter — Casual Vacancy, que no Brasil foi lançado com o título Morte Súbita.
  • O livro Out of Africa, da Karen Blixen — Conhecem o filme? No Brasil é conhecido como “Entre Dois Amores”. Choro horrores! Meryl Streep e Robert Redford acabam comigo)
  • Um livro super fofo de costura para garotas, porque eu morro de vontade de aprender a costurar! Aprendi um pouquinho de ponto-e-cruz quando era adolescente, mas isso foi o mais longe que eu consegui chegar.
  • Um livro de fotografias da Audrey Hepburn
  • Coleções temáticas de Cartões Postais – separei os de Contos de Fadas, o do Mágico de Oz e de Pássaros, porque são os meus preferidos.
  • Caderno do Snoopy – porque Snoopy/Charlie Brown & sua Turma é muito, muito amor!
  • E por último, encontrei esse livro pop-up lindo da Branca de Neve na sessão infantil (sim, eu também vou à caça na sessão infantil)

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Depois de passar quase uma hora e meia perâmbulando pela loja, e acumulando coisas pra comprar, decidi que era melhor me esconder no setor de livros de Direito pra não correr o risco de fazer a louca consumista e levar tudo o que eu queria pra casa!

E vocês, sofrem do mesmo mal com alguma loja?

Pare de se justificar!

Aqui vai uma lista de 25 coisas pelas quais você não precisa se justificar, por Chelsea Fagan

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1. O seu trabalho. Sim, mesmo que você trabalhe com algo que as pessoas condescendentemente digam que não é um “trabalho de verdade”. Você já é um vencedor por ter um emprego – seja lá qual for – diante do quadro econômico atual.

2. Se você tem ou não tem dividas. Se você conseguiu terminar a faculdade sem ficar em débito, isso não significa que a sua vida financeira é um passeio no parque pela qual você tem que ficar se desculpando. E se você está em débito, isso não significa que o seu diploma não vale nada e que agora você merece sentir vergonha por estar batalhando para encontrar um emprego após você ter sido convencido que estava fazendo uma boa escolha durante a faculdade.

3. O tipo de comida que você gosta de comer, ou o porquê de gostar de comer isso. (Independente do quanto algumas pessoas possam considerar a sua comida favorita nojenta, entediante ou sem cultura)
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