“O Projeto Impossível”

Em Outubro de 2008, O Projeto Impossível (“The Impossible Project”) conseguiu salvar a última planta de produção de filme instantâneo integral para Polaroid; a partir de então, eles começaram a inventar e produzir novos materiais de filmes totalmente instantâneos para câmeras Polaroid tradicionais. E com um pequeno time, composto por dez dos melhores ex-funcionários da Polaroid que dividiam a paixão e a crença pelo sonho do projeto Impossível, conseguiram salvar a fotografia analógica instantânea da extinção, prevenindo que mais de 300 milhões de câmeras instantâneas ficassem obsoletas.

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Em Junho de 2012, a revista Zooey Magazine começou a utilizar os filmes produzidos pelo Impossible Project em um ensaio fotográfico chamado “Guys and Dolls” (referência ao musical da Broadway). O resultado? Positivo e singular. As imagens adquirem um toque vintage e completamente diferente de tudo o que podemos encontrar atualmente nas demais publicações mensais de moda e cultura.

O último ensaio, publicado na primeira edição do ano de 2013, é com o ator Josh Dallas – o Príncipe Encantado da série “Once Upon a Time”. E a série “Mad Men”, que é ambientada no início dos anos 60,  serviu como fonte de inspiração para as imagens produzidas por Derek Wood.

Para quem já estava desejando comprar/ganhar uma câmera instantânea, o Projeto Impossível conseguiu cimentar de vez essa vontade. 26 de Março, estamos aí, viu? (dica! dica! E, diga-se de passagem, também aceitaria essa edição de Janeiro da Zoeey Magazine de muito bom grado)

Para quem gostaria de se informar mais a respeito do The Impossible Project, basta clicar AQUI para ter acesso direto a página deles. E quem tiver curiosidade de ler a entrevista do Josh para a Zooey Magazine na íntegra, basta clicar AQUI.

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Zooey Magazine: Agora você tem uma boa e respeitável experiência em ter trabalhado com teatro, filme, e televisão. O que você acha que difere um do outro? Dos três, com qual você prefere trabalhar?

Josh Dallas: A sensação ao trabalhar com qualquer um dos três é de que você está andando sobre uma corda bamba, mas em alturas diferentes. Atuar no teatro é andar no mais alto nível dessa corda bamba. Na televisão ou em filme, essa corda bamba fica consideravelmente mais próxima do chão. Cada um deles apresenta elementos de risco, e esses riscos variam bastante. Eu gosto de trabalhar frente às câmeras porque sinto que tenho mais liberdade desse modo. A câmera sempre diz a verdade. E quanto mais eu trabalho com ela, mais a enxergo com uma amiga. 

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