Considerando justa toda definição de amor…

“Todos nós somos um pouco estranhos, e a vida também é um pouco estranha. E quando encontramos alguém cuja estranheza é compatível com a nossa, nos unimos a eles em estranheza mútua e chamamos isso de amor”

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Dick Van Dyke, recipiente do prêmio SAG’s Lifetime Achievement Award de 2013

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O Efeito JLaw

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Apesar da indicação a categoria de Melhor Atriz na 83ª edição dos Prêmios da Academia, era raro encontrar pessoas familiarizadas com o nome e o rosto da garota de 20 anos concorrendo contra Natalie Portman, Nicole Kidman, Michelle Williams e Annette Bening naquele Fevereiro de 2011.

A despedida ao anonimato só aconteceu mesmo com o lançamento e subsequente estouro do primeiro filme da trilogia Jogos Vorazes, em Março de 2012. A partir de então, seu rosto finalmente teria um nome, e ele seria Katniss Everdeen; porque na maioria das vezes perpetuamos essa mania de associar personagem ao ator, como se um fosse a extensão do outro, sem saber que por trás da faceta da garota que domina o arco-e-flecha existe alguém que é gente como a gente – talento, conta bancária, e exposição da vida privada a parte.

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“O Projeto Impossível”

Em Outubro de 2008, O Projeto Impossível (“The Impossible Project”) conseguiu salvar a última planta de produção de filme instantâneo integral para Polaroid; a partir de então, eles começaram a inventar e produzir novos materiais de filmes totalmente instantâneos para câmeras Polaroid tradicionais. E com um pequeno time, composto por dez dos melhores ex-funcionários da Polaroid que dividiam a paixão e a crença pelo sonho do projeto Impossível, conseguiram salvar a fotografia analógica instantânea da extinção, prevenindo que mais de 300 milhões de câmeras instantâneas ficassem obsoletas.

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Em Junho de 2012, a revista Zooey Magazine começou a utilizar os filmes produzidos pelo Impossible Project em um ensaio fotográfico chamado “Guys and Dolls” (referência ao musical da Broadway). O resultado? Positivo e singular. As imagens adquirem um toque vintage e completamente diferente de tudo o que podemos encontrar atualmente nas demais publicações mensais de moda e cultura.

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Assalto musical

Hoje, a caminho de casa, escorreguei os dedos pela tela do iPod e me peguei escutando The Script, uma banda irlandesa de rock alternativo. E foi como se eu tivesse sido colocada em uma cápsula do tempo, porque logo em seguida revisitei o último mês de Março, e pude reviver tudo o que vi e senti enquanto estive dentro do carro que me levou e trouxe de volta de Orlando a Miami, Florida.

A música, assim como o perfume, não é palpável, mas é completamente evocativa. Às vezes, ao decorrer de um dia assim como o de hoje, sou surpreendida com uma canção inesperada, capaz de trazer à tona sentimentos quase intraduzíveis. É aquela coisa sem muita ciência, né? No final tudo é saudade.

I’ll leave the door on the latch
If you ever come back if you ever come back
There’ll be a light in the hall and a key under the mat
If you ever come back
There’ll be a smile on my face and the kettle on
And it will be just like you were never gone
There’ll be a light in the hall and a key under the mat
If you ever come back if you ever come back now
Oh if you ever come back if you ever come back

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Delírios de Consumo de Janeiro!

Fazer a linha consumista de vez em quando faz bem para a mente e para o espírito, sem dúvidas. Melhor ainda é quando os outros seguem essa linha e quem ganha é você!

Eu, particularmente, amo ganhar presentinhos sem ter hora ou razão para isso. Por isso fiz essa listinha de coisas fofas pelas quais eu me apaixonei nesse mês de Janeiro.

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A coleção lançada pela marca FUNKO de bonecos em vinil é muito querida! Cade boneco mede 09 cm, com cabeças bem grandes e traços cartunescos. A linha de personagens Disney é a menina dos meus olhos. Aqui no Brasil eles custam em torno de R$60,00 reais a unidade, o que os torna um pouco caros, mas você pode encontrá-los no amazon.com por apenas 10 doletas!

A sapatilha de gatinho Charlotte Olympia-inspired é outra fofurice. A primeira vez que vi esse slipper foi através do instagram da Ginnifer Goodwin (em pink!), só que a dela é a original e custa em torno dos R$700,00. Ouch!

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Mas pra quem não vive em berço de ouro e sonha em calçar um desses, já pode comprar a semelhante graças a loja Imporium Acessórios – e custa apenas R$70,00! As lojas físicas ficam no Rio de Janeiro, mas você consegue ter acesso a uma lojinha online pra encomendá-las ao curtir a página deles no Facebook.

E você já ouviu falar no etsy.com?

É uma espécie de Mercado Livre internacional para realizar a venda de produtos novos ou usados, feitos artesanalmente ou não. Lá tem tudo o que você possa imaginar, e quase todos os vendedores enviam para outros países – o que é uma verdadeira mão na roda. Pesquisando por lá encontrei esses aventais lindos, cujos preços variam entre R$30,00 a R$65,00. Achei super legal! Andei procurando por aventais bonitinhos aqui em Manaus, mas não consegui encontrar nada que me agradasse ou que custasse menos de R$100,00!

Nunca comprei por lá, mas conheço pessoas que compram constantemente e nunca tiveram qualquer tipo de dor de cabeça, então é sempre válido conferir

E por último, deixo pra falar do ultimate desejo de consumo: a Fuji Instax Wide Instant Camera. Essa coisa linda é uma câmera instantânea que eu ando paquerando desde Março do ano passado! Na época fiquei em dúvida entre ela e uma La Sardina da Lomography, e acabei decidindo pela analógica.

Não me arrependo de ter feito isso. A realidade é que se o dinheiro tivesse permitido, eu teria comprado as duas. Mas ultimamente tenho dormido e acordado pensando nessa Fuji.

Procurei por ela em lojas nacionais, mas só consegui encontrar no Mercado Livre, e por preços exorbitantes. Graças às fadas da fotografia, ela custa apenas $80 dólares na photojojo, e o frete pro Brasil não é caro. Ou seja, dá pra comprar pela metade do preço de oferta do Mercado Livre e ser feliz a vida inteira!

E pra vocês, o que tem feito os seus corações pulsar mais rápido ao olhar as vitrines físicas e onlines da vida?

Ai, que saudade me dá!

Não consigo pensar em algo mais mórbido do que celebrar a data de falecimento de alguém – afinal de contas, pra quem vai e deixa qualquer tipo de legado, todo dia é dia de saudade pra quem fica. Mas já que a ocasião se faz presente, fica aqui um In Memoriam aos 20 anos sem Audrey Hepburn.

04 de Maio de 1929 - 20 de Janeiro de 1993

                           04 de Maio de 1929 – 20 de Janeiro de 1993

“Estilo é uma palavra que usamos frequentemente, e com vários propósitos. No caso da minha mãe, Audrey Hepburn, isso era a extensão de uma beleza interior sustentada por uma vida de disciplina, respeito pelo próximo e esperança na humanidade. Se as linhas eram puras e elegantes, era porque ela acreditava no poder da simplicidade. Se existia intemporalidade, é porque ela acreditava na qualidade; e se ela ainda é considerada um ícone da moda hoje em dia, é porque ela encontrou o seu estilo e permaneceu com ele pelo resto de sua vida. Ela não seguiu as tendências ou tentou se reinventar a cada estação. Ela amava moda, mas manteve-a como ferramenta para complementar o seu visual.” Sean H. Ferrer

Idolo-gia, eu quero uma pra viver?

Quem nunca teve um ídolo, que atire a primeira pedra, não é?

Minha listinha de obsessões e semi-obsessões foi criada durante a minha pré-adolescência, e até hoje, aos vinte e dois anos, continuo tentando entender a origem e a razão de ser – porque ela ainda existe, e (embaraçosamente) não para de crescer.

Meus ídolos sempre foram “escolhidos” primariamente baseados em atributos – físicos, morais, ou de cunho profissional – que eu gostaria de ter, por isso imaginei que os meus ídolos não passassem de projeções.
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